sábado, 12 de setembro de 2020

O motivo que procuramos

Sete anos atrás eu disse que estava de volta a ativa e faria postagens mais frequentes neste blog. Ficou na promessa e somente hoje, 12 de setembro de 2020 eu liguei meu computador, revirei minhas planilhas e consegui achar a senha para acessar a página de edição deste blog.
Blog que teve sua primeira postagem há dez anos atrás e, inacreditavelmente, foi me servir de base para que eu conseguisse cumprir uma das exigências do programa de mestrado que concluí há um ano (em agosto de 2019). Mais impressionante ainda, é perceber que o objetivo que eu tinha ao criar o blog em 2019, mostra-se hoje, completamente alinhado com as discussões que procuro estabelecer na profissão que hoje desempenho - tornei-me professor universitário.
Como explicar isso? Será que é resultado de algo inato? Ou foram as experiências com a materialidade concreta quem delinearam meu caminho? Ou será ainda que tudo isso é fruto de uma construção dialética? 
Tenho uma leve tendência a acreditar que a última opção explicaria com mais fidedignidade todas as escolhas feitas e ações materializadas. Não obstante, o que mais me intriga é pensar porque estou fazendo isso, ou seja, escrevendo para que minhas ideias, pensamentos e opiniões não fiquem somente no plano das ideias mas encontre eco na mente daqueles que tomarem conhecimento da perspectiva que apresento através de minhas palavras.
E se pensarmos que minha atual profissão baseia-se justamente na premissa do compartilhamento do conhecimento para com o próximo, poderia eu escrever agora que é esse compartilhamento de conhecimentos o significado da minha existência? 
    
Há uma semana atrás, no feriado de 7 de setembro, conversava com um amigo a respeito da vida. Mais especificamente, do motivo de nossa existência nesse plano material. Naquele momento, não me lembrei de um livro que comecei a ler este ano, o qual me embasará na opinião que darei a seguir.
O livro - "A sutil arte de ligar o foda-se" de Mark Manson - afirma que vivemos na constante busca de explicações para as coisas da vida, sem perceber que essa explicação é bastante simples e inteligível. Você pode acha-la nas redes sociais e nas mídias em geral pois é lá que você vai encontrar inúmeros de casos de pessoas que são as melhores em sua profissão, ou que estão colhendo frutos agradabilíssimos, viajando para lugares legais, esnobando seus pertences recém adquiridos, jantando em locais chiques, etc. E então, se você não está vivendo nenhuma dessas experiências, por que você está aqui? Qual o propósito da sua vida?
O que eu queria ter dito ao meu amigo naquele momento é que mesmo não sendo os melhores em nossas profissões, que mesmo não tendo o que mostrar nas redes sociais, ou ainda, não sendo inventores ou descobridores da vacina contra a Covid-19,  estamos aqui porque tem muita gente que precisa de nós. Pare, olhe a sua volta e repare em nossas companheiras, em nossas mães, em alguns de nossos amigos e perceba o quão importante somos para eles! 
E o melhor de tudo isso é que - eu pelo menos - tenho certeza que não serei o inventor de nada, não salvarei a humanidade de nenhum problema ou ameaça, mas sei que farei a diferença na vida dessas pessoas próximas a mim, toda vez que elas precisarem. 
Portanto, hoje eu me pergunto se quero procurar um motivo maior para viver? 
A resposta, pura e simples é: Eu não quero! Eu não preciso!
    
    

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Quem deu sonífero para o gigante?

          #Manifestações #Protesto #Vandalismo #oGiganteAcordou #AcordaBrasil #NãoÉpor20Centavos #ForaFifa #PEC 37não #VemPraRua #ChegaDeCorrupção... estas foram as frases, hashtags e palavras de ordem que mais foram ouvidas, escritas e faladas no mês de junho deste ano, no Brasil. Não consigo acreditar e, tampouco, parar de me emocionar com o engajamento que a sociedade mostrou via internet, passeatas e em conversas em locais públicos. Também não consigo parar de me surpreender com as pessoas que sempre se disseram engajadas e incomodadas com a realidade, e não aproveitaram essa oportunidade para se fazer ouvir. Por outro lado, houve pessoas que eu jamais imaginaria que poderiam estar ao meu lado, na rua, gritando e cantando em prol de um país mais justo! É muito legal saber que essas pessoas estão tão incomodadas quanto eu!
          Infelizmente, concomitante e paralelamente a todas essas manifestações que temos visto, há o grupo que tenta apagar a chama que se acendeu nas multidões. E para minha surpresa, não é só a mídia com seu rabo preso às grandes empresas e seu dinheiro, é também a elite pensante do nosso país. De repente, muitos dos meus “exemplos de militância política” começaram a escrever em redes sociais sua opinião sobre as manifestações. Li que tudo esta muito desorganizado, que não há reivindicação definida e clara, e que isso não é a maneira correta de se fazer ouvir. Li que as verdadeiras ou corretas manifestações se fazem em partidos, que eles é quem sempre estiveram à frente das lutas sociais... li que se o “gigante acordou para fazer o que esta fazendo, era melhor ele voltar a dormir!”.
          Como escrevi no facebook no dia 25 de junho deste ano:
Corrijam-me se estiver errado: hoje posso ver porque as coisas no Brasil não andam. Sempre que se faz algo, logo a elite (que se diz pensante) se pronuncia dizendo que esta tudo errado (não há organização, não podemos ser a-partidários, o povo não sabe protestar, isso não é protesto, etc.). Eu, ao contrário, me emocionei ao ver a quantidade de pessoas envolvidas em alguma coisa (qualquer que fosse) indo para a rua ou se manifestando nas redes sociais. Não me interessa se as pessoas estão protestando contra a PEC37, contra a tarifa, ou contra a corrupção... O importante é que centenas de milhares de pessoas saíram para a rua e se mostraram inconformadas! E foram pra rua, cantar, pintar a cara e levar cartazes expressando as causas da sua luta. E ao que me parece, foram ouvidos...
          Portanto, por que não enxergar tudo isso que esta acontecendo no Brasil, como um avanço? Por que querer medir grau de participação política? Por que querer dar lição de moral para um povo que não sabe ler, mas sabe que esta sendo prejudicado e roubado... E nem por isso ficou calado!
          Sim, o gigante acordou! Levantou-se da cama e foi para a rua mostrar a sua cara!
       Porra, teóricos, aproveitem o momento para colocar tudo aquilo que você escreve nos seus livros em prática. Tire a bunda da frente do seu computador  e mobilize, da maneira que você achar conveniente, em prol de alguma coisa! E se for só para criticar, continue o fazendo em seus livros... e não dê “calmante” para a multidão!”.
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          Posso estar errado em pensar assim, mas foi exatamente o inicio da presença dos partidos políticos nas manifestações que me tirou o animo de sair novamente às ruas. Esses empresários capitalistas disfarçados de reivindicadores do interesse público se aproveitaram da visibilidade das manifestações para aparecerem e parecerem preocupados com as reivindicações do povo. Na Revista Veja de junho/2013, na seção “Carta ao Leitor”, lia-se: “Na Avenida Paulista, o coração de São Paulo, a mesma rejeição foi dirigida a petistas tarefeiros que, obedientes ao chamamento da direção nacional, imaginaram poder se misturar aos demais, fingindo comungar  da indignação geral com a corrupção, a impunidade e os gastos públicos de péssima qualidade. Foram violentamente lembrados de que estão no poder. São, portanto, alvo da indignação”. E aí eu vos pergunto: Ora, se qualquer um dos partidos que lá estavam, estivessem realmente engajados pela luta do povo, porque não o fazer em reuniões fechadas com seus eleitos? Não é simples?  Sou membro de uma comissão que tem acesso aos debates para a decisão do futuro de uma entidade “x”, porque vou à rua para reivindicar alguma coisa? Eu posso falar com quem levará minhas ideias aos “cabeças”! Eles são do mesmo partido do prefeito, da presidente e até do governador, porque eles não falam com eles ou com seus representantes diretos? Estranho isso, vocês não acham? Não conheço como funciona dentro de um partido, mas posso imaginar que é mais fácil um militante falar com o prefeito ou seu assessor, do que eu.
          Mas não pensem vocês que sou contra o partidarismo, pelo contrario, acredito que para não corrermos risco de uma nova ditadura ou de uma guerra de todos contra todos, precisamos de uma tomada do poder com uma liderança, ou seja, organizada e encabeçada por alguém que realmente fará a vontade do povo.
          É disso que precisamos... Uma liderança! Assim como o foram – mesmo que momentaneamente, o Movimento do Passe Livre. Pudera eu, ser mais influente, articulado e inteligente politicamente, para tomar a frente em uma nova reivindicação do povo. Fosse contra a corrupção e as regalias dos nobres políticos brasileiros (seria um imenso prazer liderar isso!); contra a volta mascarada do ICMS; contra a violência e a complacência do Estado frente a impunidade e a desatualização de nossas leis elaboradas, talvez, na Era Mesozoica;  contra o Orçamento Impositivo que esta prestes a ser aprovado no Senado; contra o descaso com a  Saúde Pública (nesse eu participaria como delator de “esquemas” de licitação entre médicos e empresas ligadas a serviços de saúde, muito parecidos com os recém descobertos envolvendo o Metrô de São Paulo); contra o abandono da educação; contra a cobrança de impostos abusivos... a lista é imensa, com certeza!
          Ah! Se eu fosse homem...

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Estamos novamente na ativa!

             É isso mesmo, estou novamente na ativa. Infelizmente não da forma como pretendido na concepção deste blog, mas pelo menos, não deixarei este espaço virtual sem utilização.

Não cabe a este espaço esmiuçar os motivos pessoais que me forçaram a interromper as publicações. Entretanto, penso que estes motivos poderiam ser alvo de uma discussão – senão concreta através dos comentários dos visitantes do blog, pelo menos mental para aqueles que por um minuto raciocinarem a respeito – bastante frutífera, tendo em vista que as condições que afastaram este que vos escreve de seu compromisso para com este blog, aplica-se a grande maioria das pessoas submetidas às tiranias das circunstâncias do sistema capitalista de produção e acumulação. Estou me referindo ao trabalho.
Dizem que o trabalho enobrece a alma. E eu pergunto: Será? Na verdade, até acredito que o trabalho na sua concepção marxista enobreceria aqueles que o realizam. Entretanto, na sociedade capitalista isso é impossível. Impossível porque os trabalhadores são explorados. Vendem sua força de trabalho aos detentores dos meios de produção – os que realmente levam vantagem nessa sociedade.
Atualmente, em virtude da formação de um grande exército industrial de reserva – trabalhadores que encontram-se desempregados ou ingressantes no mundo do trabalho – somos obrigados a nos sujeitar às condições que nos são impostas – horário, condições, benefícios, etc. –, devemos nos contentar com o que nos é oferecido pois a lógica predominante é: “Se você não quiser, outros mais necessitados irão querer”. E assim as coisas ficam cada vez piores. Culpa de quem aceita trabalhar na informalidade e ganhando a baixo do, na minha opinião ilusório, piso salarial? Não! Há pessoas que atingiram tal grau de desespero/necessidade, que qualquer coisa que lhes for oferecida, estará de bom tamanho – ou em outras palavras, será melhor do que nada.
A culpa está naqueles que detém os meios de produção, ou seja, os empresários. São eles que à custa do lucro colocam as condições de trabalho à segundo, terceiro ou nonagésimo plano. Porque o dono do posto de gasolina prontamente altera o valor dos combustíveis ao menor sinal de oscilação do mercado petrolífero? Por que eu tenho sempre que pagar essa diferença? Por que as coisas sofrem reajuste anual – aluguel de imóveis, convênios médicos, passagens de ônibus, etc. – e meu salário não? Por que o reajuste sempre é repassado pra nós pagarmos e nunca é o empresário quem diminui sua porcentagem de lucro? 
A CONTA SEMPRE SERÁ PAGA POR NÓS, TRABALHADORES/PROLETÁRIOS!
Ou não? Não! Nós pagamos as contas dos empresários, porque somos idiotas alienados. Porque não lutamos por nossos direitos. Porque não somos unidos como são os empresários na hora em que lhes convém. A classe proletária (os trabalhadores) é desunida e por isso deixamos que façam o que bem entender de nós.

Um abraço,
Lúcio (SOAD)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

E agora, a segunda questão!

   Fiquei devendo a resposta para a segunda questão levantada por mim, não é mesmo?
   Vamos lembrar dela: _se a política nos dá a isonomia e a isegoria, porque, ainda hoje, nós não as possuímos de fato? - se quiseres lembrar o significado de isonomia e isegoria, acesse o link do segundo post, onde expliquei estes conceitos: isonomia/isegoria
  
   Agora, respondo: "Porque elas nunca existiram na prática."

   Desde quando o homem deixar de ser nômade e passa a ser proprietário da terra, passando assim, a distinguir-se de seus semelhantes não-proprietários, criam-se interesses distintos e antagônicos entre os indivíduos. A propriedade privada cria fissuras na sociedade, de tal maneira que todos aqueles que a possuem, passam a defende-las e explora-las a benefício e interesse próprio. Ao mesmo tempo que os não-proprietários, procurarão defender seus interesses, em geral, distintos e opostos - como disse a pouco.
   Eis aqui - de maneira insípida e simploria - o inicio do que chamamos "Interesse de Classe" - tema que será tratado aqui futuramente.
   Voltando à resposta da questão, penso - sem grande fundamentação teórica, é verdade - que a isonomia e a isegoria jamais foram colocadas em prática em qualquer que seja o período histórico que analisarmos. Isso quer dizer, também, que elas nunca acontecerão? Eu, acho que não. Quer dizer, sim, eles acontecerão. Vou explicar melhor:
   Acredito que chegará o momento em que ambas estarão presentes e concretizadas, se não na sociedade/época em que vivemos, na que nossos filhos, ou netos, ou ainda bisnetos viverão. Digo isso porque acredito veementemente que chegará um dado momento - e ele pode demorar, eu sei - em que o povo perceberá, novamente, que só depende dele mesmo para que as coisas mudem.

  E você, o que pensa sobre isso?
 
Um abraço,
Lúcio (SOAD)

quarta-feira, 30 de março de 2011

Vamos pensar na 1ª questão?

   Encerrei meu ultimo post com duas questões que surgiram após a explicação sobre "o que é política?". Para lembra-los, as questões foram as seguintes:
  
   1. que a política, na forma como os gregos e romanos pensaram, é o que hoje chamamos de democracia.
   2. se a política nos dá a isegoria e a isonomia, porque, ainda hoje, nós não a possuímos de fato?

   Pois bem, vamos pensar na 1ª questão!
   Quando pensamos em  Democracia, logo pensamos em liberdade de escolha, de expressão, de ideias e ideais, etc., além da liberdade política, quando escolhemos o presidente, por exemplo. Entendemos a democracia como aquilo que nos garante opinar e escolher, sobre tudo e todos, sem que ocorra qualquer tipo de represália ou punição. Digo à vocês que... é mais ou menos isso. Na verdade, é muito mais do que isso!
  
   Democracia é um vocabulário grego que significa: "Demos = o povo; Kratos (cracia) = quem esta no poder". Então, temos Democracia = o povo esta no poder.
   Entretanto, vimos no último post que a política foi inventada para evitar-se guerras internas, entre ricos e pobres. Como diria um professor meu: "Dá-se os anéis, pra não perder os dedos". Foi justamente isso o que aconteceu!
   Os gregos e romanos com ais poderio economico, passam a aceitar a algumas opiniões - as vezes, mas nem sempre, colocando-as em prática - dos mais pobres (lá chamados de "plebe"), evitando assim, quaisquer problemas/revoltas.
   Dessa forma, percebemos que o poder não era acessível a todos ou, muito menos, que o poder emanava/estava com o povo (a chamada democracia, no puro sentido da palavra). Logo, respondemos a primeira pergunta: política NÃO é sinonimo de Democracia.
 
   A segunda questão, vou pensar com mais calma antes de postar (rs).
   No próximo post, discutiremos sobre ela. Até lá!

  Um abraço,
  Lúcio (SOAD)
  

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Mas afinal... o que é política?

   Então vamos ao que interessa, falar sobre política. Alguém aí sabe o que é política? De onde ela veio ou quem a inventou? ... Posso lhes dizer que todos nós a fazemos, mas ninguém sabe explicar, não é mesmo?
   Pois bem, tentarei explicar, para nós, o que de fato é política.
   "O homem tem necessidade de por ordem ao caos". Portanto, assim nasce a política! ... Brincadeira.

   Se voltarmos ao tempo da Roma e Grécia antigas, veremos dois povos formados por proprietários de terra, artesãos, comerciantes e a massa assalariada (chamados de "os pobres"), todos regidos por seu Déspota que detém autoridade e poder sobre quase tudo e todos.
   No momento em que as cidades começaram a crescer e se urbanizar, criam-se os primeiros conflitos de classe, ou seja, entre as diferentes camadas sociais (o povo). Todos queriam opinar e se fazer ouvir a respeito das decisões legais e econômicas da cidade, uma vez que, quando a cidade entrava em conflitos externos (guerras), todos os indivíduos participavam da defesa de sua cidade. Essa luta de classes sociais pedia uma solução - antes que esta, gerasse uma guerra interna... a solução encontrada foi: a Política.
   A origem da palavra política é grega, onde se escreve "ta politika". Ta politika, por sua vez, vem de "Polis" - em português Cidade -, lugar onde os homens possuem a isonomia (são iguais perante a lei) e a isegoria (direito de expor e debater opiniões sobre as ações que se julgue necessário (ou não) a cidade tomar). Dessa forma, " 'ta política' são os negócios dirigidos pelo cidadão" (CHAUÍ, 2001).
   Entretanto, vale lembrar, que não foram os gregos nem os romanos quem inventaram a política, pois ela já era realizada através do poder despótico - aquele exercido por um chefe de família soberano, que tem suas vontades transformadas em lei. O que eles inovaram, foi retirar as características de autoridade e poder antes dados a uma ou a um pequeno grupo de pessoas.
   Então, frente ao que fora dito, podemos pensar em duas coisas: 1ª- que a política, na forma como os gregos e romanos pensaram, é o que hoje chamamos de democracia!; 2ª- se a política nos dá a isonomia e a isegoria, porque, ainda hoje, nós não a possuímos de fato?
   Pois é, isso será tema do próximo post... até lá!

Um abraço,
Lúcio (SOAD)
Texto elaborado a partir do livro: Convite à filosofia, Editora Ática, 2001. Marilena Chauí.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Sejam bem vindos!

    Olá. sejam todos bem vindos ao meu blog "Pela Democratização Em Seu Valor Universal".
   Este blog terá como principal objetivo, trazer comentários meus - e/ou de outrem que quiser compartilhar suas considerações - acerca de nosso cotidiano. A idéia será, portanto, apresentar pontos de vista/interpretações que farão a crítica frente os acontecimentos políticos, esportivos, midiáticos, etc.
   Além disso, pretendo fazer deste espaço um local onde as pessoas tomem contato com assuntos que, a priori, são taxados como chatos ou improdutivos - uma vez que o descrédito e a indiferença ganharam espaço nos espaços a-políticos, como por exemplo, as rodas de bate-papo.
   Antes de expressar minha opinião - que certamente estará expressa, mesmo que subjetivamente, nas entrelinhas do texto - quero fomentar/provocar o desejo de se posicionar, opinar, expressar as idéias que TODOS possuem. Quero que, ao ler os textos aqui escritos, as pessoas reflitam acerca do assunto, pensem se concordam ou descordam da opinião aqui expressa e, construam um parecer próprio sobre o assunto abordado.
   Enfim, tentarei fazer deste blog, um lugar onde a socialização da informação será meio para a busca da Democratização da Participação Política.

Um abraço à todos,
Lúcio (SOAD)